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Portugueses na Diáspora

Cidadãs e Cidadãos portugueses emigrantes, migrantes, destacados, expatriados. Não somos cidadões, mas cidadãos de pleno direito e exigimos não-discriminação legislativa-regulamentar-administrativa

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Erradicar o feminicídio, crime de ódio contra as mulheres : prioridade para a política social

por portugueses na diáspora, em 25.08.18

A propósito de mais um duplo feminicídio, desta vez perto de Liège, a 22 de Agosto de 2018....

http://www.lesoir.be/174591/article/2018-08-23/plombieres-une-des-victimes-avait-depose-plainte-contre-son-ex-compagnon

 

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O feminicídio é atraso civilizacional, desrespeito tacanho, violação dos direitos, liberdades e garantias fundamentais,  consequência de uma mundividência patriarcal, arcaica.

 

Erradicar o feminicídio e a violência machista é uma missão para os poderes públicos.

Erradicar o feminicídio e a violência machista é responsabilidade societal.

 

Em causa está a promoção do respeito pela figura da mulher e pelo seu livre-arbítrio.

Em causa está a valorização da mulher.

 

Sim, cada vez mais :

Falar abertamente no feminicídio, denunciar e estigmatizar socialmente os perpetradores.

Campanhas públicas nas televisões e redes sociais 

Educar e transformar as mentalidades.

 

Abordagem a seguir deve ser naturalmente transversal  : multi-nível e multi-disciplinar.  

Programas educativos específicos, formais e não-formais, para todos os públicos, ao longo de toda a vida. 

Programas sociais de sensibilização.

Participação de todos os actores de desenvolvimento, instituições, escolas, associações, clubes desportivos, indústrias, etc

 

 

" Para (antropóloga mexicana Marcela Lagarde y de Los Ríos) Lagarde, o feminicídio pode ser praticado pelo atual ou ex-parceiro da vítima, parente, familiar, colega de trabalho, desconhecido, grupos de criminosos, de modo individual ou serial, ocasional ou profissional; e, em comum, denotam intensa crueldade e menosprezo para com as mulheres, tratadas como mero objetos e, portanto, descartáveis. Trata-se, pois, de crime de ódio contra as mulheres, para o qual concorre de forma criminosa o silêncio, a omissão e a negligência por parte das autoridades encarregadas de prevenir e erradicar esses delitos.

Para a antropóloga Rita Laura Segato, o impulso de ódio com relação à mulher se explica como consequência à violação feminina às duas leis do patriarcado:a norma de controle e possessão sobre o corpo feminino e a norma de superioridade, de hierarquia masculina. Sob essa ótica, a reação de ódio ocorre quando a mulher exerce autonomia no uso do seu corpo, desrespeitando regras de fidelidade ou de celibato. Ou, ainda, quando a mulher ascende posições de autoridade, poder econômico ou político, tradicionalmente ocupado por homens, desafiando o delicado equilíbrio assimétrico."

 

in https://www.huffpostbrasil.com/2017/08/04/o-que-voce-precisa-saber-sobre-um-crime-que-tem-nome-feminicidi_a_23065074/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Tribunal_Internacional_de_Crimes_contra_Mulheres

 

Lidia Martins 

cidadã portuguesa emigrante na Bélgica.

I - Rádio Alma Bruxelas/ Mulheres Cidadãs

II - Rádio Alma Bruxelas/ Mulheres Cidadãs

 

 

 

10 DE JUNHO 2018 DIA de PORTUGAL na CAPITAL da EUROPA

por portugueses na diáspora, em 15.08.18

 

https://diaportugalbelgica2018.wordpress.com/2018/06/26/10-juin-au-parc-leopold/

 

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