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Portugueses na Diáspora

Cidadãs e Cidadãos portugueses emigrantes, migrantes, destacados, expatriados. Não somos cidadões, mas cidadãos de pleno direito e exigimos não-discriminação legislativa-regulamentar-administrativa

Portugueses na Diáspora

Cidadãs e Cidadãos portugueses emigrantes, migrantes, destacados, expatriados. Não somos cidadões, mas cidadãos de pleno direito e exigimos não-discriminação legislativa-regulamentar-administrativa

gosto

Para quê darmos o nosso voto àqueles mesmos Deputados e Responsáveis pela Emigração que nunca nos conseguiram o Recenseamento Electrónico?

por portugueses na diáspora, em 09.09.15

 

 

 

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São candidatos, novamente,

 

- Paulo Pisco (PS)

- Carlos Gonçalves (PSD)

 

Candidata-se a deputado à AR pelo Círculo Fora da Europa, o  Dr. José Cesário, 

cessante Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, bon vivant, afável globetrotter, passageiro frequente com milhares de milhas,  apreciador de bons restaurantes, supomos que apreciador igualmente dos escritos  de Nicolau Maquiavel, responsável político que vai ficar na História por ser um grande democrata e a quem a Diáspora Portuguesa deve assacar as seguintes responsabilidades : 

 - a não-convocação, em 2012, da devida eleição (estado de direito) para o  mandato seguinte do Conselho das Comunidades Portuguesas; 

 - o prolongamento no limbo, durante 4 anos, de um expirado mandato para os  Representantes das Comunidades eleitos em 2008, manobra que serviu para manietar e silenciar a voz dos cidadãos nacionais residentes no estrangeiro e para descredibilizar a legitimidade deste órgão consultivo, 

 -  "Democrática-Eleição-Bidon" para o CCP a 6 de Setembro 2015,  quatro anos fora do prazo, e em período de férias, com novas regras e requisitos que :

 a) dificultaram o acesso ao voto, a participação cidadã, a constituição de Listas Candidatas

b) determinaram a colossal abstenção na ordem dos 90 e mais por cento,  já que a maior parte dos eleitores ainda estava de férias, naquele estival domingo de 6 de Setembro, desconhecendo a realização de tal acto cívico

c) impediram o normal processo eleitoral em democracia, ao estipular um calendário

absurdo, maquiavélico e imoral, digno da República Dominicana, com datas e prazos obrigatórios em pleno período de férias :   

 (http://www.cne.pt/sites/default/files/dl/ccp_2015_mapa-calendario_0.pdf)

 

* 16 de Abril, nova Lei n° 29/2015 : anúncio da realização da esperada mítica eleição CCP, com novas regras.

*17 de Junho, Despacho n° 6774/2015  : anúncio da data de 6 de Setembro (!).

*03 de Julho, Portaria n° 197/2015 : !!!! a 4 dias do fim do recenseamento eleitoral

(novo requisito que anula a anterior regra dos inscritos no consulado), este diploma legal vem regulamentar o processo eleitoral, alterando regras e estipulando prazos que, eufemisticamente falando,  em pouco ou nada honram a democracia. 

*07 de Julho : acaba o prazo para o recenseamento eleitoral.

*07-17 de Agosto : prazo para apresentação de candidaturas

*23 de Agosto a 04 de Setembro : prazo para campanha eleitoral

*6 de Setembro : eleição 

 

Conclusão

 Estes eleitos e nomeados são profissionais da política, andam por cá há muitos anos,

percebem muito de emigração e de aeroportos, conseguem proezas como as acima descritas,avalizam-nas e não se insurgem, mas nunca nos conseguiram o Recenseamento Electrónico nem o Voto Electrónico ...

 

Que pensa disto, caro(a) compatriota?  Merecem o nosso voto?   Que farão com ele ?

Defenderão e promoverão o Recenseamento Oficioso e Automático como é o caso para os cidadãos nacionais residentes em Portugal ? Conseguir-nos-ão o recenseamento electrónico e com ele a participação activa do cidadão nacional residente no estrangeiro nos destinos de Portugal?  Ou continuar-nos-ão a dar música ? 

 

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lídia martins

(cidadã nacional residente na Bélgica)

 

 

 

 

 

 

 

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