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Portugueses na Diáspora

Cidadãs e Cidadãos portugueses emigrantes, migrantes, destacados, expatriados. Não somos cidadões, mas cidadãos de pleno direito e exigimos não-discriminação legislativa-regulamentar-administrativa

Portugueses na Diáspora

Cidadãs e Cidadãos portugueses emigrantes, migrantes, destacados, expatriados. Não somos cidadões, mas cidadãos de pleno direito e exigimos não-discriminação legislativa-regulamentar-administrativa

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POESIA NO ELVAS, 30 de Abril 2015

por portugueses na diáspora, em 30.04.15

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CIDADÃOS EMIGRANTES DEBATEM DREAMOCRACY NO 25 de ABRIL

por portugueses na diáspora, em 30.04.15

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A Direcção do Elvas promoveu no passado dia 25 de Abril, na sua sede em Bruxelas, um debate cidadão sobre a Geração à Rasca, a Emigração dos Jovens Portugueses e a Cidadania.

Tal debate decorreu após a projecção do filme-documentário de Raquel Freire, DREAMOCRACY 
(Sonho Democracia) que versa sobre os grandes protestos de rua em 2011 e o trabalho dos activistas Pedro Santos e João Labrincha e a Academia Cidadã.

Durante este debate cidadãos portugueses emigrados em Bruxelas partilharam as suas experiências pessoais da recente Emigração-Purga e da Geracão à Rasca, e a forma como vêm possível a intervenção cidadã.

A ditadura das pseudo-maiorias, a abstenção eleitoral e a recontagem de votos tendo em conta os lugares vazios na AR gerados por 50% de abstenção  foram temas suscitados e debatidos pelos participantes. 

Igualmente debatido foi o problema do recenseamento do cidadão emigrante, com toda a sua iniquidade e obstáculos administrativos e práticos. Ainda a questão da obrigatoriedade do voto (modalidade praticada na Bélgica), a possibilidade do voto electrónico e o incentivo ao voto como cumprimento de um dever cívico directamente ligado ao exercício de cargos públicos. 

O debate concluiu com o tema da responsabilidade dos cidadãos. Para que não continue a acontecer a situação de 'os não-organizados' se queixarem dos 'organizados' sem grande efeito prático,  os cidadãos devem ser exigentes, ou seja, devem exigir das pessoas que elegem a apresentação de contas dos seus mandatos e a realização concreta dos programas eleitorais. Mas é de pequenino que se torce o pepino : esta atitude de exigência dos cidadãos, sem complexos de inferioridade, só pode vingar se for ensina na escola. A educação cívica na escolas é indispensável. "Participo, logo existo", foi enunciado. Os cidadãos têm de assumir a cidadania, sem complexos, e podem-no fazer no espaço público vital que desde sempre o movimento associativo oferece.  A cidadania é para ser praticada todos os dias. A cidadania é o arsenal dos cidadãos. E a maior arma é o voto, uma arma que se tem de saber usar bem. E o mínimo que se pode fazer é estar 
recenseado. Menos mansitude bovina e mais cidadania !

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